Sobre a AAMA

É uma Entidade não governamental, sem fins lucrativos, beneficente, fundada por um grupo de pessoas ligadas à Igreja Católica que, por sua vivência cristã, realizavam vários trabalhos junto à comunidade, preocupadas com o número de crianças em situação de risco, perambulando pelas ruas. Resolveram criar uma entidade, numa ação conjunta e estruturada e com o envolvimento da comunidade. Com esta atitude humanitária, em 18 de maio de 1985, foi criada a AAMA – Associação de Assistência ao Menor de Americana –, em uma reunião, com a participação de 20 (vinte) voluntários, ocorrida na residência da Sra. Antonieta Rosa de Campos, que, na época, era comissária de menores. Ela se tornou a primeira presidente, por votação unânime, e sua residência se tornou a primeira sede da Entidade, onde foram acolhidas as primeiras crianças, até conseguirem um local adequado. Depois de 04 (quatro) meses, com a ajuda do Padre Constantino Gardinali, foi cedida à Entidade, provisoriamente, uma área anexa à Igreja Matriz Velha de Santo Antônio, no centro da cidade. Naquele local, a Entidade se instalou e permaneceu por 07 (sete) anos. A Prefeitura de Americana, em 25/09/1986, cedeu, em regime de comodato, por 20 (vinte) anos, um terreno situado à rua Paulo Setúbal, nº 200 – Vila Santa Inês, onde a AAMA se instalou em 1993 e permanece até hoje. Em julho de 2010, o terreno onde se instala a Entidade foi doado definitivamente à mesma pelo prefeito vigente, fazendo agora parte do seu patrimônio.

A Entidade acompanhou sempre as mudanças ocorridas na área de Assistência Social e se adaptou fazendo modificações, tanto na estrutura física do prédio, como nos recursos humanos e até no nome. Dessa forma, em 2011, a AAMA passou a ser Associação Americanense de Acolhimento e atender crianças e adolescentes, de ambos os sexos, de 0 (zero) a 18 (dezoito) anos incompletos, encaminhados pelo Conselho Tutelar e Vara da Infância e Juventude. Eles passam a residir na instituição, onde recebem toda a assistência necessária para que tenham todos os seus direitos garantidos e respeitados, pelo tempo que for necessário para o seu retorno ao lar de origem ou substituto.

Em 31 de julho de 2014 foi aprovada a Lei Federal nº 13.019, conhecida como Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil, representando uma grande conquista. Com sua entrada em vigor em 23 de janeiro de 2016 na União, Estados e Distrito Federal, e nos Municípios em 1º de janeiro de 2017, passa a ser estabelecido um novo regime jurídico das parcerias entre a administração pública e as organizações. A partir disso, as Entidades passam a ser chamadas de OSC – Organização da Sociedade Civil.

Missão/Objetivos

A Entidade tem, como missão, prestar plena assistência à criança e ao adolescente acolhido, resgatando aspectos pedagógicos do desenvolvimento e outros, como: a autoestima, autoconhecimento, identidade, autonomia, responsabilidade, a fim de lhes proporcionar a construção de valores para o exercício da cidadania, adequado à condição peculiar da pessoa em desenvolvimento.

 

Objetivos Específicos

  • Subsidiar a Vara da Infância e da Juventude, seja para o retorno da criança e do adolescente ao convívio familiar ou indicando a necessidade de colocação em família substituta, quando esgotadas as possibilidades de retorno para a família de origem;
  • Garantir a matrícula e frequência obrigatória na escola;
  • Garantir as necessidades básicas;
  • Restabelecer vínculos familiares e/ou sociais, salvo determinação judicial em contrário;
  • Possibilitar a convivência comunitária;
  • Promover acesso à rede socioassistencial, aos demais órgãos do Sistema de Garantia de Direitos e às demais políticas públicas e setoriais;
  • Favorecer o surgimento e o desenvolvimento de aptidões, capacidades e oportunidades para que os indivíduos façam escolhas com autonomia;
  • Promover o acesso a programações culturais, de lazer, de esporte e ocupacional interno e externo, relacionando-as a interesses, vivências, desejos e possibilidades do público-alvo;
  • Desenvolver com os adolescentes as condições para a independência e o autocuidado;
  • Acompanhar a família após o desligamento da criança ou adolescente seja na família de origem ou na família extensa;
  • Possibilitar articulação intersetorial com outras políticas públicas (educação, saúde, habitação, e etc.) para o encaminhamento da família à rede de atendimento.